E no ultimo parágrafo eu nem vejo porque continuar a escrever.
Já que o fim eu sempre soube e nunca entendi,
e o inicio é bem mais belo do que qualquer coisa.
Encaro o quarto limpo de sujeira e quase esqueço que memoria suja também.
E os livros estao todinhos enfileirados, os CDs mudos a porta aberta mas sem deixar-se ser vista alem.
E ali tu nao tás.
E aqui eu penso quantos momentos ainda tu me rouba so por não estar aqui.
Se não sobra ar para por em pratica minha voz, com que voz te gritarei nem sei mais.
Mas vai ver que da minha boca teu ouvindo não compreende como antes minha lingua.
E me dá medo que se despedidas sejam sempre só fisicas e dizer adeus nao seja o mesmo de tu continuar a fazer bagunça
na minha cabeça que jura nao te querer.
O que foi tu que passou sem passagem levou a roupagem desse meu figurino de viver que eu achava que tanto combinava?
Agora tenho certeza.
Quando tu correu pra ca, como fui idiota, poderias muito bem correr para longe também.
Porque tu tem mais corações que corpo e se tu para o mundo perde um pouco da força do seu giro.
E eu, que ja sou egoista em ter dor so pra mim, nao faria da felicidade que abanava pela tua mão,
so de meus braços ao exemplo.
Me perguntarei sei, que sim, e já guardo linha de tempo e resposta: Acabou a minha ronda na tua rotina,
a minha onda fez mexer-se o azul da sua retiina? Tenho medo de virar apenas um papo que passa o tempo,
num restaurante barato e tempo caro.
So terra para o seu muundo.
sem terra.
Não sei e de disturbio ja me chega o barulho dda tua turbina que nao vai emobra no meu sono.
Mas talvez entender mesmo eu não saiba, mas sentir já seja mais simples.
Porque agora com esse quarto comportado a espera de surto mental, com CDs em vigília e livros enfeitantes, a fumaça do meu cigarro é a unnica coisa que desafia a se mexer ao longe do meu controle. E eu a trago e nem vejo que ela que me tem mais do que eu quero, porque tal como você, tal como a carona do vento que te trouxe e te levou, essa tragada eu gosto e nem sei porque. Entre meus dedos pensei te manter aceso pra sempre mas a cinza cai em silencio e a gente nem nota que nenhuma nota mais é capaz de fazer tocar a musica de antes.
Eu te convido pro meu corpo pela porta da frente , você cede mas tua sede não cansa e tu sempre vai em busca de tudo menos contentação.
Nem esse cigarro tu.
Apareceu, logo em vista, lgo nos lábios que nem percebi e goste tanto mesmo sabendo que me mata um poouquinho a cada, a cada tempo esse que passa me leva a vidinha que só coloca sentido tirando , que me conquista mesmo indo embora, e eu continuo a tragar e me estragar
e eu desejo. Porque do contrario nem eu
seria mais.
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